quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A AIDS mental do Ocidente

"A presente situação pode ser explicada, quase clinicamente, como uma espécie de 'AIDS mental'. Nossos males presentes derivam do vírus do niilismo, que Nietzsche previu, e que enfraqueceu todas as nossas defesas naturais. Assim infectados, os europeus [e a raça branca, em geral*] sucumbiram a uma auto-extinção febril. Eles voluntariamente abriram os portões da cidade.

O sintoma primário dessa doença é a 'xenofilia': uma preferência sistemática pelo Outro ao invés de pelo Mesmo. Um segundo sintoma é o 'etnomasoquismo', um ódio pela própria civilização e pelas próprias origens . Um terceiro é a emasculação, ou o que poderia ser chamado de culto da fraqueza e um favorecimento do homossexualismo masculino. Valores historicamente comprovados, associados com o uso da força e com a sobrevivência de um povo - valores associados a honra, lealdade, família, fertilidade, patriotismo, vontade de sobrevivência, etc. - são tratados hoje como defeitos."
(Trecho de um discurso de Guillaume Faye, Moscou, 2005)

*acréscimo de Raphael Machado

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