sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Alógeno

por Guillaume Faye

Todo aquele, que no seio de um determinado povo, é de origem estrangeira, culturalmente e biologicamente. Atualmente, mais vale falar de “alógenos” do que de imigrantes ou de estrangeiros, na medida em que a maioria destes últimos nasceram na Europa [ou em outros países de origem civilizacional europeia*] sem serem etnicamente europeus [ou seja, brancos, caucasianos, etc*], podendo, em virtude do direito de solo, deter a nacionalidade de um país europeu. Desde a antiguidade, fato já assinalado por Aristóteles, Tucídides e Xenofonte, toda a nação que admite no seu seio a entrada desenfreada de alógenos está condenada à decadência, sendo que esses últimos substituem progressivamente os autóctones e tendem a persegui-los e a destrui-los culturalmente e/ou fisicamente. Esse processo está em marcha em inúmeras zonas da França.
A noção de alógeno não deve adquirir, na Europa, na orla do século XXI o carácter jurídico, linguístico e nacional. Deve ser declarado alógeno todo o residente não-europeu de origem, sobre critérios étnicos em detrimento dos políticos e jurídicos. Um Belga, um Italiano, um Russo de origem europeia residindo na França não é um alógeno. Contudo atenção : ao fim de certo tempo, um povo submerso por alógenos torna-se minoritário, estrangeiro na sua própria pátria. É a lógica do processo de colonização populacional que nós conhecemos. Ao fim de um certo tempo o alógeno torna-se no autóctone.



Tradução, itálicos e grifos, por Raphael Machado

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