quinta-feira, 28 de julho de 2011

Sebastian Ernst Ronin - A Ação Breivik: A Primeira Vitória Arqueofuturista

por Sebastian Ernst Ronin

"Do nosso império interior" de Dragoš Kalajić.

"Em uma guerra há muitos momentos para compaixão e ação carinhosa. Há muitos momentos para ação impiedosa, ou para o que é geralmente chamado impiedosa, mas pode em muitas circunstâncias apenas ser clareza, vendo claramente o que há para ser feito e fazendo-o, diretamente, rapidamente, de modo desperto, olhando-o." - Kurtz

À essa data, 27 de julho de 2011, a ação militar empreendida por Anders Behring Breivik na Noruega alterou e modificou drasticamente a luta sócio-política e cultural dos Brancos Europóides Ocidentais para retomar seus territórios ancestrais, herança e história futura da incursão, colonização e possível genocídio, financiados pelos globalistas. Haverá sérias reviravoltas. Haverá sérios contra-ataques. Haverá também consideráveis e oportunidades que antes de 22 de julho de 2011 seria inimagináveis, a serem exploradas, a um nível sofisticado e perigoso, para que os nacionalistas étnicos brancos com a imaginação política, coragem e resolução para fazê-lo.

À essa data, a explosão inicial da cobertura midiática e todas as teorias conspiratórias, chutes, conjecturas, projeções, etc, relacionadas são supérfulas e, consideradas todas as coisas, inúteis. Nós fomos deixados com um evento que agora é parte do tecido e discurso político e histórico. O evento existe apenas por causa da ação que deu origem ao evento. Os nacionalistas foram deixados com trabalhar e lidar com a ação em si, uma gama tanto de consequências positivas e negativas, e um bando de Cisnes Negros políticos que estão ocupados chocando enquanto isso está sendo lido.

Como foi trazido ao discurso público por Rahm Emanuel quando ele era o Chefe de Gabinete da Casa Branca, a máxima política de "Nunca deixe uma boa crise ser desperdiçada", corta para os dois lados. Para que o corte beneficie a luta dos ativistas brancos europeus, isso irá requerer um certo grau de sofisticação política e uma percepção clara do que pode ser feito...e o que não pode ser feito, e não deve ser feito. A liderança política das organizações e partidos nacionalistas globais serão desafiadas diretamente por um massacre de demonização institucional, midiática e política, enquanto ao mesmo tempo testando e implementando as oportunidades que simplesmente não existiam antes de 22 de julho de 2011.

Boa parte da liderança política nacionalista, especialmente na Amérika do Norte, estará severamente dificultada em fazer a transição para essa próxima fase. Alguns não estarão. Esse ensaio é endereçado aos segundos, aqueles preparados para assumir a luta da liberação branca ao próximo nível como forçados pela ação Breivik enquanto simultaneamente colocando os impostores reacionários com seus passos-de-ganso para fora de uma vez por todas.

Uma das primeiras consequências positivas (em oposição às muitas consequências negativas) que as ações de Breivik gerarão é que ela expurgará os neo-cons e analfabetos políticos religiosos e pesos-leve na comunidade nacionalista norte-amerikana. Isso já está acontecendo; e deve ser saudado. Como apontado por meu colega russo, Alexander Mezentsev, "o 'massacre' de Oslo é um golpe duro contra todos esses Cavalos-de-Tróia maliciosos, todos esses Geert Wilders." Através de suas próprias afirmações para distanciarem-se de Breivik, esse expurgo auto-induzido já está ocorrendo.

Tanto quanto a interpretação norte-amerikana atrofiada do Nacional-Socialismo europeu, a interpretação norte-amerikana da Nova-Direita europeia é um aborto filosófico. A ação Breivik abre a porta a todos os brancos ocidentais para que explorem completamente e comecem a implementar o mapa político como ele foi disposto por Guillaume Faye com sua identificação do Arqueofuturismo. [1]

Nos termos mais simples, Faye acredita que o futuro dos brancos europóides requer uma transcendência da divisão entre aqueles que desejam uma restauração das tradições do passado, e aqueles que estão clamando por novas formas políticas, sociais e tecnológicas, criando uma síntese que amplificará as forças e conterá os excessos de ambos. (Leitores observadores prontamente reconhecerão a noção da Vesica Piscis filosófica e política, como identificada pela Renaissance Vanguard International).

Inerente à planta metapolítica e geral do Arqueofuturismo, é a necessidade específica de descobrir/re-descobrir/re-identificar nossas próprias motivações psíquicas e espirituais arcaicas para lutar, tanto com a mente como com os punhos (se e quando chamados para fazê-lo). Como Faye afirma, isso é de extrema importância porque todos os soldados de infantaria de nossos inimigos globalistas, ou seja, os muçulmanos, os africanos, os mexicanos, já estão lutando com tamanha clareza e desespero; por nunca terem despido-se desses tipos de motivações, a infantaria globalista já habita o mundo arqueofuturista! A não ser que a raça branca descubra e adote as mesmas motivações, nós estaremos a sua mercê.

Dentro do contexto europeu, Faye afirma:

"O problema para nós europeus e não ter esses valores impostos sobre nós, por causa de nossa covardia, pelo Islã - como já está acontecendo - mas sim sermos capazes de afirmar esses valores nós mesmos por sua convocação através de nossa memória histórica."[2]

Por essa razão a ação de Breivik é o primeiro enfrentamento e vitória arqueofuturistas. Se concorda-se ou não com sua identificação de "Cavaleiro Templário" é irrelevante. Há outras identidades pré-liberais/modernistas, ou pagãs das quais escolher. O que importa é que Breivik assumiu uma identidade arqueofuturista e adicionou uma corajosa decisão e ação políticas a sua identidade. Nós fomos chocados e puxados para dentro desse mundo arqueofuturista e seu conflito político. Não há mais volta. A ação de Breivik conseguiu com que nós, chutando e gritando, fôssemos empurrados através de nosso próprio Rubicão político. Intencionadamente ou não, esse é o gênio da ação de Breivik. A ação está ou isolada de seu motivo ou relacionada a ele, isso é auto-evidente. Mas ainda que sem um motivo honrado e puro, a ação permanece por si mesma. Se a ação foi planejada por um lobo solitário Breivik ou por black ops conspiratoriais é secundário ao fato de que ela está agora no mundo; essa é a oportunidade.

Nós encontramo-nos agora no "Chão-de-Morte" de Sun Tzu; a batalha cultural e política foi trazida a nós e nós agora temos apenas duas opções: vencer ou perecer. Tenham certeza, nossos inimigos saberão perfeitamente bem o que a ação de Breivik implica, e uma elite política nacionalista está para descobrir esse conhecimento. Nós fomos injetados no universo gramsciano de um território não-mapeado, lembrando-se que o mapa nunca é o território, nem mesmo o mapa arqueofuturista providenciado por Faye.  Certo ou errado, independentemente de intenção ou não-intenção, bode expiatório ou não, maçom-sionista ou não, independentemente de possíveis agendas políticas ocultas e afiliações políticas nebulosas, a ação Breivik agora enquadrou o discurso e trajetória política do movimento etnonacionalista branco pelos anos vindouros. Até que seja provado o contrário através de pesquisa independente e/ou os procedimentos/descobertas que virão de seu julgamento, a única evidência à disposição é o próprio manifesto de Breivik, "2083 - Uma Declaração Européia de Independência" e o vídeo que acompanha-no "Cavaleiros Templários 2083", ambos divulgados logo antes da ação. [3]

Se nossos inimigos colocaram "a ação Breivik" no mundo, então eles cometeram um erro e o assombroso ditame de Tayllerand demonstra-se verdadeiro: "Foi pior que um crime; foi um erro."

Todos os nacionalistas de sofá e teclado, eu inclusive, fomos notificados e avisados. A barra de performance foi erguida. A manopla que foi derrubada é simples: ou erguer-se ao desafio desse Chão-de-Morte Arqueofuturista, ou refugiar-se nos palavreados reformistas e humanistas que não farão mais do que garantir uma nota de rodapé na história branca europóide.

Nós somos confrontados com um enorme caleidoscópio de opiniões, chutes e análises. É a névoa de guerra. Porém, no centro desse caleidoscópio, independentemente de quem tenha-no criado, está o evento sangrento e arcaico em si e o manuscrito publicado de motivos e racionalizações dele. O centro de toda tempestade é calmo, porém; ele não revolve em um borrão de confusão.

A rota de um percebido revés catastrófico para uma oportunidade atual é meramente uma de percepção. Positivos diretos que a ação Breivik apresenta dentro desse novo universo político são como seguem:

1. o posicionamento massivo da Islamização/colonização da "Eurábia" na psiquê pública; se essas noções são imediatamente compreendidas ou não é irrelevante; o que importa é que, em relação à psiquê pública, elas foram agora posicionadas (a imigração legal e ilegal norte-amerikana é análoga)

2. o posicionamento massivo do multiculturalismo e do assim chamado "Marxismo Cultural" como adjuntos financiados pelo Estado dessa colonização do Ocidente por não-Ocidentais na psiquê pública; se essas noções são imediatamente compreendidas ou não é irrelevante; o que importa é que, em relação à psiquê pública, elas foram agora posicionadas (a situação norte-amerikana é análoga)

3. através da seleção consciente como alvo de crianças brancas "inocentes" (e também a futura geração do partido norueguês governista, o Partido Trabalhista) pela ação Breivik, o posicionamento massivo da "traição da elite" na psiquê pública, ou seja, a imigração não-Ocidental e o multiculturalismo são instrumentos das elites econômicas e políticas globalistas; se essa noção é imediatamente compreendida ou não (não será) é irrelevante; o que importa é que, em relação à psiquê pública, ela foi agora posicionada (situação norte-amerikana é análoga)

Se a ação Breivik foi realizada apenas por Breivik, então ela fala por si mesma. Se a ação Breivik foi algum tipo de "falsa bandeira" ou "black op" orquestrada por forças muito além de Breivik, então a ação e seus benefícios são mantidos menos a menção de quem possa tê-lo planejado. De qualquer maneira, os memes psicológicos da ação permanecem os mesmos. De qualquer maneira, nós recebemos em uma bandeija de prata um garfo de cavalo tático de oportunidade para ser escrutinizado, analisado e sobre o qual agir-se.

A curto prazo, possivelmente por tanto quanto vários anos, haverá provavelmente sérios contra-golpes e sacrifícios para organizações e partidos políticos nacionalistas. No máximo esses reveses poderão ser bem-sucedidamente contra-atacados, e no mínimo, neutralizados, por uma coordenação madura dos recentes benefícios do novo terreno político e propagandístico. Que haverá um massacre midiático contra os etnonacionalistas brancos é desnecessário dizer. Alguns indivíduos e organizações dominantes sem dúvida cairão; outros sobreviverão. Se o movimento conseguir reagrupar-se dentro de dois ou três anos, estará fazendo muito bem. Pode ser prudente lembrar que concessões táticas e necessárias, e sacrifícios e recuos não equivalem a rendição.

É antecipado que a demonização dos brancos e manipulação da culpa branca transformar-se-á em formas nauseabundas, lideradas por todas as formas de impressões corporativas e mídias eletrônicas. Conforme essas campanhas procedam brancos inocentes recebendo-as poderão muito bem questionar sua própria dissonância cognitiva no melhor de suas habilidades e emrelação aos "memes" breivikianos que foram alojados em sua psiquê. O que é essa islamização? O que é essa Eurábia? O que é essa colonização de nossas pátrias? O que é essa agenda oculta do multiculturalismo? Quem beneficia-se trazendo estanhos para nossos lares? Estamos mesmo em guerra? Organizações e partidos políticos nacionalistas precisam estar preparados para responder a essas perguntas.

Por último, e de modo passageiro, a descida na direção de um mundo pós-pico do petróleo deve ser abordada por duas razões.

Em primeiro lugar, a não ser por um comentário passageiro de sete palavras na p. 1.222 do Manifesto Breivik, não há qualquer menção feita ao pico do petróleo, e ainda assim essa decadência correrá paralelamente a um despertar etnonacionalista global e com as consequências relativas de involução política e secessão/fratura de Estados-Nações. Involução energética, ponto de transição ecológica, e Etnonacionalismo serão os três principais impulsos sócio-políticos do século XXI. A máxima econômica de "competição por recursos escassos" é parte do conflito racial que jaz latente no Ocidente.

Em segundo lugar, é imperativo que os que acreditam no pico do petróleo, 95% dos quais são brancos, questionem e preferencialmente distanciem-se de seus elementos predominantemente liberais. Isso não é mais evidente do que com o caminho falso pelo qual eles estão sendo levados por Michael C. Ruppert. Policial de rua corajoso e brilhante jornalista investigativo não necessariamente traduzem-se em sabedoria política para essa era. Concorde com isso ou não, goste ou não, o mundo como identificado e definido pela ação Breivik é real; ele não pode ser relativizado; não pode ser varrido para baixo do tapete em troca de esquentar salsichas em fogueiras de acampamento no falso nirvana pós-pico do petróleo do humanitarismo e das igualdades redundantes. Um fluxo de caixa na CollapseNet de $50.000 mensais, independentemente de quantas salsichas possam comprar, não pode e não impedira o conflito etnorracial (em que medida exatamente será um desafio de estadismo político) que é parte integrande de um mundo pós-pico do petróleo.

Em conclusão, a ação Breivik abriu um buraco no limitado muro perceptivo do público, ou seja, na dissonância cognitiva política fraturada ou em negação. A Besta Branca pode não ter despertado ainda, mas no mínimo ela finalmente revira-se no sono tendo sido levada de um sono profundo e inconsciente a um transtornado. Há agora um buraco no muro, e ainda que ele seja tão limitado quanto é, para ativistas brancos ele sinaliza uma mudança de uma "Guerra Santa Racial" cultural para os enfrentamentos iniciais de uma "Guerra Santa Racial" atuais. Nós agora embarcamos na afirmação de nossas próprias sensibilidades arcaicas, um bem que até 22 de julho de 2011 havia sido possuído unicamente por nossos inimigos. O terreno político-cultural associado experimentou um tremor significativo, uma ruptura em seu tecido, para a vantagem desses enfrentamentos abertos e propaganda latente.

A ação Breivik é agora parte da história. Brancos oprimidos, amordaçados e brutalizados pelo mundo todo, as vítimas e suas famílias da ação Breivik, e as raças que desafiariam a branca pela eventual sobrevivência durante esse século de abatimento tecnológico pendente e expurgo ecológico receberam um sinal claro e brutal. É o de que a civilização industrial e globalista é tão frágil e passageira quanto o papel sobre a qual está escrita. Que todos os povos tem sido levados a esse novo lugar possivelmente pelos objetivos limitados de um conservador religioso, iludido e ególatra não importa. A História observará e  fará seu julgamento enquanto sua ação e suas consequências permanecem desligadas e isolados de tal julgamento.

O Campo-de-Morte da fase de abertura do Arqueofuturismo foi rompido; não há como voltar atrás. Os barcos e utensílios de cozinha foram esmagados. Nós agora espiritualmente, culturalmente e políticamente começamos a alimentar-nos e prosperar sobre o inimigo ou eventualmente perecemos. Essas são as duas únicas opções. Nosso genocídio simplesmente é inaceitável. A Guerra Santa Racial chegou com toda a sabedoria política e responsabilidade que vem com ela. O horrível incentivo de ver claramente tornou-se equivalente.

Este é nosso mundo agora a partir de 22 de Julho de 2011. Porém, independentemente de como possa-se compreender o Deus(es) de sua escolha, que Ele esteja conosco. Nós precisaremos.

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[1] Guillaume Faye, Archeofuturism (European Visions of the Post-Catastrophic Age), Arktos Media Ltd., 2010.

[2] Archeofuturism, p. 76: “The mindset of Muslims and immigrants from the South, as well as that of the sons of the immigrants who, in expanding and increasingly aggressive masses, are inhabiting European cities, as well as that of the leaders of the emerging Muslim and modern gloss, has remained archaic: it is based on the primacy of force, the legitimacy of conquest, exacerbated ethnic exclusivity, aggressive religiosity, tribalism, machismo, and a worship of leaders and hierarchic order.”

[3] Full disclosure requires me to relay that I was one of the 5,700 people who did receive an advance email attachment of Mr. Breivik’s manifesto.

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