quarta-feira, 27 de julho de 2011

Welf Herfurth - Discutindo Raça em um Mundo Global

por Welf Herfurth

A questão da raça e da diferença racial é algo que muitas pessoas evitam. Alguns consideram-na falta de educação ou de polidez. Outros dizem-na ofensiva e que a discussão dela deveria ser suprimida por legislação. Uma variação dessa categoria chega a até mesmo negar a existência de raças, afirmando qualquer número de teorias religiosas, filosóficas, científicas (sic) e morais em defesa da proposição. Então, alguns outros caminhantes podem concluir que raças existem em algum sentido estreito, quase insignificante e podem concluir que, por razões "humanitario-universalistas" - elas deveriam ser abolidas.

É claro, há pessoas - entre todas as raças - que acreditam que sua origem particular tornam-nas sábias ou boas ou superiores. O fato de que essa classe de seres humanos existe pode condicionar a atitude daqueles que preferem que a questão não assombre-nos ainda mais. Às vezes esse grupo é patentemente ofensivo e alguns entre eles possuem um esquema mental genocida. Porém, isso não torna a existência de raças como tais - inválidas. O velho chinês que fala de outros como bárbaros ou o hitlerista que refugia-se em falsas estéticas ou o judeu sionista que acredita que alguns povos são entidades inferiores são usados como desculpa por muitos que recusam-se a considerar qualquer teoria racial que proclame uma virtude em sua existência.

Eu não tenho medo de discutir raça. Porque eu estou preparado para aceitar que raças existem, eu devo então dizer: "De onde elas vem? O que ela significa?"

Eu vejo raça e espécie como diferentes. Eu certamente acredito que humanos, como um todo são uma espécie, mas dentro da família você tem diferentes raças. É como no mundo animal. Você tem cães, gatos, baleias, veados, etc., mas dentro de cada "espécie" você tem diferentes "raças". Pode ser uma descrição simplista, mas considere a espécie canina. Você tem seu pastor alemão, schnauzer, fox terrior, etc. Eles são todos cães, mas eles são diferentes - em aparência, tamanho e temperamente. Eles podem procriar entre si, se você realmente quiser, mas o senso de individualidade pode ultimamente perder-se. Em minha opinião é a mesma coisa com humanos. Nós caminhamos sobre duas legas; temos cabeça e braços e pernas. Nós pensamos, temos necessidades e precisamos amar e ser amados. Nós comunicamo-nos uns com os outros e sempre consideramo-nos de algum modo relacionados uns com os outros. Não há dúvida de que nós somos, porém, "animais" muito especieis (eu noto aqui que pode haver alguma oposição religiosa a esse rótulo sendo aplicado, mas meu propósito deve rapidamente tornar-se claro). Essencialmente, nós temos auto-percepção. Os filósofos há muito tem debatido essa noção. É a capacidade de pensar em termos "superiores", termos morais, de distinguir desejos e necessidades, de regular impulsos, de agir socialmente, que torna a espécie humana especial. Por que deveríamos surpreender-nos se a natureza equipou cada uma das raças razoavelmente diferente?

Entre as diferentes raças nós notamos grandes diferenças. Não apenas na cor da pele, mas também em como nós agimos em diferentes situações e em nossas habilidades físicas. A raça negróide é geralmente uma raça mais física que a asiática ou a "indiana" ou a européia ou a semita. Ela tem a conhecida (ainda que sempre apresentada de modo clichê) habilidade em certos esportes e na música, no trabalho físico e na resistência à dor. Alguns grupos asiáticos por outro lado possuem um QI maior que o homem branco, e uma capacidade de aplicação habilidosa a certas finesses da vida e da cultura. O esquimó possui QI elevado, mas grupos negros parecem possuir os menores. Por sua vez o homem branco é geralmente mais prático e científico. Os grupos semitas possuem a habilidade de formar intricados sistemas de pensamento religioso e místico. Em alguns modos, cada um é "melhor" que outro e em alguns modos "pior".

Também há diferenças dentro das raças pelas quais cada uma pode ser ainda fragmentada em sub-grupos. Nós temos apenas que olhar para os europeus. Eles são "brancos", mas os italianos são diferentes dos suecos, os alemães são diferentes culturalmente e psicologicamente dos russos. Mas essas diferenças são principalmente baseadas nos hábitos, que são influenciados pela cultura na qual eles vivem. Também há certa variação anatômica. Eu suponho que o mesmo princípio pode ser aplicado à raça asiática. Japoneses são mais "claros" que vietnamitas; chineses han tem porte mais pesado que tailandeses. O crânio do etíope pode facilmente ser diferenciado do senegalês e o lendário coletivismo dos zulus contrasta com as estruturas mais livres de Serra Leoa. E daí em diante.

A incrível diferença entre raças e a variação dentro das raças é uma coisa natural. Nós podemos dizer que Deus fez desse jeito (se formos religiosos) ou podemos dizer que a Natureza fez desse jeito (se formos evolucionistas). De qualquer maneira, nós estamos lidando com um fato da existência. Parece ser um fato maravilhoso. As diferenças na humanidade não podem ser algo abominado, mas apenas aceitas. Uma vez aceitas, nós devemos celebrá-las. Se um indivíduo é religioso em sua perspectiva podemos dizer que se foi feito desse jeito, não devemos brincar com isso. Se formos científicos em nossa perspectiva, podemos dizer que os processos naturais não podem ser simplesmente anulados com o pensamento. Eu ousaria dizer que uma discussão apropriada da existência de raças implica em uma revolução na filosofia do politicamente correto.

Quando eu faço minhas viagens, eu sempre amo cruzar uma fronteira e estar instantaneamente em um mundo diferente. Apenas sair da Alemanha para a Suíça é incrível. A paisagem pode ser a mesma, como pode ser a arquitetura, mas o povo e as culturas são diferentes. E é isso que eu gostaria de preservar. Olhe para a Europa hoje. Você tem tantas raças vivendo na Inglaterra que mais da metade de Londres é não-branca. Se fôssemos a alguns países do mundo árabe, acharíamos que estamos no Paquistão. Se formos à Índia, encontramos pessoas querendo ser americanas que falando apenas em inglês. Que efeito toda essa pseudo-globalização tem sobre a economia desse país? E quanto a sobrevivência das heranças dos povos "nativos"? Eu sou alemão, mas eu não ficaria ofendido se pessoas em um país africano ficassem incomodadas com excesso de nossos turistas e empresários infestando o lugar. Não me ofende como "homem branco" saber que os malaios pintaram grandes slogans nas paredes na década de 50: "Britânicos voltem pra casa!", "Homem Branco: Leve Seu Fardo". São sempre "números" e "peso" que levam um povo a demandam um pouco de espaço vital. Eu também não fiquei chateado quando a Líbia mandou pra casa muitos dos seus trabalhadores estrangeiros, ou quando a Nigéria expulsou seus imigrandes ilegais. Nem fico ofendido quando um islandês pergunta-se do por que eles precisam de indianos em seu país? Sempre parece-me que se todo mundo estivesse em seu "lugar", sendo si mesmo, haveria menos tensão e mais respeito?

Onde acaba toda a pressão por "um mundo"? Imaginemos que cada pessoa nesse planeta tornasse-se cor de chocolate com cabelos e olhos escuros. Sem mais raças asiática, africana, européia ou indiana. Assumamos, portanto, que não há mais diversidade racial entre as pessoas. Assumamos que possamos ensinar uma língua, usar um sistema monetário, derrubar todas as barreiras e fronteiras e viver em um enorme mercado. Onde estaria o benefício? Nós realmente acreditamos que isso por si mesmo geraria uma humanidade melhor ou um mundo mais harmonioso ou mais próspero ou mais culturalmente realizador? E é claro, podemos garantir que se pudéssemos fazer a humanidade passar por uma máquina de mistura, que a diferenciação não poderia reaparecer, sob uma nova forma talvez, mas ainda operar nas questões humanas?

É claro, o que é diferente muitas vezes possui o apelo do exótico e não é possível prevenir uma mistura racial em pequena escala. Em certos lugares também em épocas diferentes isso ocorreu em escala visível, com forças históricas e culturais operando para produzir novos resultados a longo prazo. Mas quando somos confrontados por aqueles que sugerem que isso deve ser a norma e ser buscado conscientemente e agressivamente, então devemos agir para prevenir a destruição em larga escala de identidades singulares e lutar o máximo para preservar a diversidade humana.

Eu não sei se há uma agenda para encorajar o resultado unimundialista. Poderia ser a ingenuidade ou burrice ou ganância de pessoas que buscam essa visão. Porém, eu passei a pensar que há um impulso de ocidentais liberais, capitalistas de todas as cores, alguns teólogos e outros para criar "um-mundo". "Melhoradores do mundo" de todos os tipos e assim chamados liberais estão promovendo a idéia de que a diversidade é algo tedioso. Não pode haver dúvida de que essas doces platitudes servirão àqueles que veem que quebrando-se todas as fronteiras, a humanidade torna-se melhor "administrável" em uma utopia mercadológica. Particularmente, eu atacaria esse tipo de "visão" como uma monstruosidade e prefiro as diferenças raciais e a diversidade. E eu afirmaria que nós não estamos "gravitando naturalmente" na difernça da Grande Raça Marrom, mas que nós estamos sendo na verdade empurrados.

Eu sei que na sociedade ocidental hodierna, discutir a questão racial é caminhar sobre um chão razoavelmente pegajoso e perigoso. Mas eu quero fazê-lo. Eu creio que a sobrevivência das diferentes raças e culturas é tão importante quanto a sobrevivência da baleia, dos elefantes e dos diferentes pássaros. É um objetivo valoroso se for mantido como uma celebração da diversidade como essencial para o progresso humano geral. Nós ainda somos uma família.

Para buscar esse objetivo, eu repudiaria qualquer noção de que uma raça é melhor do que outra raça em uma hierarquia arranjada da melhor para a pior. É precisamente porque as raças possuem diferentes habilidades e aptidões e possivelmente déficits que isso não pode ser feito. Resta-me dizer que as raças são equivalentes - mas elas não são iguais. Nós podemos e nós devemos aceitas que essas diferenças estão registradas em nossas culturas. Nossas culturas são as janelas de nossas almas. Elas definem cada uma das raças, cada um dos sub-tipos, cada um dos povos. Essas culturas são tesouros. Elas podem ser apreciadas por cada um dos tipos humanos, mas elas só podem ser completamente experimentadas e apreciadas por seu grupo criador. Certamente uma raça ou uma nação tem o direito de manter a cultura e identidade de sua nação em seu próprio país. Onde está a auto-afirmação arrogante nisso? Se uma raça ou outro grupo possui uma cultura, ela tem o direito de preferir preservá-la.

Poderíamos ter um mundo de povos em zonas definidas como uma alternativa à Nova Ordem Mundial do caos e da destruição? Talvez essa seja a expressão máxima do argumento que eu estou apresentando aqui! Mas a agenda dos políticos liberais, da mídia de massa e da indústria de entretenimento em promover o multiculturalismo (que em minha opinião é em verdade monocultura liberal) em sociedades ocidentais vai, em verdade, destruir as culturas européias. Porém, seu modelo agora está sendo crescentemente empurrado sobre outros povos como parte do imperialismo da Nova Ordem Mundial. É um estranho imperialismo que chega para roubar dos conquistados sua cultura e então misturar seus restos com os restos de outras. Agrada-me perceber que muitas pessoas estão erguendo-se contra esse modelo.

Eu sempre gostei de viajar e ver o mundo. Dá-me a sensação de estar vivo e interagindo com o povo e o lugar. Eu nunca compreenderei como as pessoas podem viver em um lugar e um lugar apenas - e achar que elas estão vivendo no "melhor lugar" na Terra. Cada lugar pode ser um grande país, mas não há tal coisa como o "melhor lugar". Similarmente nós podemos descartar a idéia da "melhor raça". Em um mundo que parece estar perdendo-se de seu caminho e decaindo no conflito, nós devemos buscar as causas. Elas residem não apenas nas rivalidades entre raças, nem levou esse tipo de rivalidade a um mundo humano à beira da destruição. Se olharmos para a história, ela certamente contém conflitos entre raças e povos e feitos malignos. Porém, o passado também possuía um princípio definidor de diversidade como sendo essencial ao progresso geral. Quaisquer sejam as diferenças e os conflitos que elas tenham gerado, havia entre todos a idéia de uma certa segurança nos arranjos. Isso é agora desafiado pelo falso antirracismo do unimundialismo.

Discutamos raça. Vejamos se a defesa da raça oferece um desafio ao unimundialismo. Esse é um bom lugar para começar-se. Se gostarmos dos frutos dessa discussão, podemos levá-la adiante. Pode ser esta a idéia revolucionária a enfrentar a uniformidade, o conformismo, a opacidade, a destrutividade e a globalização.

Nós somos todos equivalentes, mas não somos iguais.

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