terça-feira, 19 de julho de 2011

Porque Diferenças Raciais Hereditárias são o Mais "Assustador" Tópico da Atualidade

por Christopher Donovan

Nenhum conceito ameaça a religião estatal da diversidade mais do que diferenças grupais inatas. Pegue a voltagem gerara por cada controvérsia política nos Estados Unidos - aborto, guerra, homossexualismo - some tudo e multiplique por dez. Você ainda assim não teria nada perto do poder de choque da idéia de que grupos raciais e étnicos - e sexos - pensam e comportam-se diferentemente não inteiramente por causa de "cultura" mas parcialmente, ou majoritariamente, por DNA.

Tente levantar esse tópico em um churrasco de quintal nos subúrbios ou num coquetel em Manhattahn e veja quão rapidamente a zona de conforto evapora.

É um pensamento revigorante, certamente. Aqueles que abordam-no perdem seus empregos. Sam Francis e Kevin Lamb (ambos dispensados de publicações nominalmente conservadoras) são apenas dois exemplos de uma lista muito longa. O Presidente de Harvard Lawrence Summers ficou em um estado de perpétua contrição desde sua sugestão de que homens e mulheres pensam de modo diferente, e finalmente abdicou, para a satisfação da polícia-de-pensamento da faculdade. Sua substituta é uma mulher. Mais recentemente, James Watson, o co-descobridor da "hélice dupla" do DNA, foi despedido de sua posição no laboratório de Cold Spring Harbor por observar que negros africanos possuem um QI herdado menor do que brancos.

A imagem que eu visualizo quando a idéia das diferenças inatas é introduzida é a famosa pintura de Edvard Munch, "O Grito". Não! Não pode ser!

Passou-se mais de uma década desde que Charles Murray e Richard Herrnstein escreveram The Bell Curve, que apresentou os dados sobre as diferenças raciais no QI, e como elas são, muito provavelmente, principalmente hereditárias. Para aqueles que vieram a aceitar essa informação, a resistência impenetrável às descobertas pelo resto do mundo é desconcertante. As estatísticas são tão irrefutáveis - e tão observáveis em operação no mundo - e ainda assim tão determinadamente ignoradas nas discussões oficialmente sancionadas das questões. É como um remake social de "As Novas Roupas do Imperador".

O The New York Times publicou uma série de tentadoras histórias sobre o tópico de raça e QI que revolviam ao redor da controvérsia Watson [...]. O clímax até então é um artigo op-ed entitulado "All Brains Are the Same Color", por Richard E. Nisbett (Dec.9,2007). O próprio título do artigo sugere a imbecilidade infantil de negar essas diferenças: é possível imaginar uma criança chorosa perguntando ao seu pai pra onde vai seu cãozinho depois de morrer, e a resposta: "Todos os Cães vão para o Céu".

As cartas que seguiram-se na semana seguinte saudavam o Professor Nisbett, previsivelmente, apesar de que um escritor não estava tão seguro: "Mesmo tendo achado muito tocantes os argumentos de Richard E. Nisbett contra uma correlação entre raça e inteligência, eu considero difícil ignorar o fato de que um dos mais eminentes cientistas do mundo, James D. Watson, recentemente perdeu seu emprego por defender a posição contrária. Sob tais circunstâncias, ensaios como o do Professor Nisbett assumem o ar de dogma. Somos deixados imaginando o que pesquisadores poderiam descobrir ou dizer se suas carreiras e reputações não estivessem ameaçados por um McCarthyismo acadêmico." (Joshua P. Hill, New London, Conn., New York Times, Dec. 10, 2007).

De fato. Mas há razões para a gritaria, para a hiperventilação e para as donzelas decentes desmaiando por causa da questão, que podem estar escapando nossa atenção. E nem todas elas tem a ver com ser um liberal cabeça-dura ou um partidário intransigente de alguma etnia (ainda que essas sejam forças claramente poderosas).

O que segue são outras razões que eu identifiquei como pairando no pano-de-fundo mental, talvez subconscientemente. Aqueles que esperam compreender as tensões do Ocidente multirracial -e as tensões envolvidas em meramente tentar discutir o mesmo - devem considerá-las.

1. Diferenças Grupais Colocam em Cheque o Livre-Arbítrio

Poucos ficam felizes com a idéia de que qualquer coisa além do puro livre-arbítrio determina nossos destinos terrenos. Com exceções limitadas, o Ocidente desde o Iluminismo tem cultivado a idéia de que qualquer um pode ser qualquer coisa. A tábula-rasa de Rousseau é um exemplo.

Nós nutrimos uma confiança animada de que todos os meninos - e meninas - poderiam crescer para tornarem-se presidente. (Nós parecemos não perceber que nos Estados Unidos, ajuda se seu pai - ou talvez em breve, seu marido - foi presidente.) É confortante pensar que todos nós - não importa quem foram nossos pais ou onde nascemos - possuem uma chance de sucesso perfeitamente igual, em qualquer área. Nós somos todas sorridentes e dançantes Mary Tyler Moores, conscientes de que no final das contas podemos vencer apesar de tudo. Que porco sexista negaria a Mary que ela testasse tackles com o the Vikings?

A idéia de diferenças hereditárias - individuais e grupais - matam esse oba-oba. O pensamento de que a genética pode ter parte no desenrolar de nossa vida pode ser profundamente deprimente. Se nossas realizações são ultimamente limitadas por aqueles pequenos programas bioquímicos chamados genes, porque importar-se em sair da cama?

Diferenças grupais são ainda piores. Quem quer fazer parte dos times comparativamente menos hábeis? E se suas habilidades são maiores do que a do membro médio de seu grupo, sua frustração pode ser considerável. Você preferiria, como diz o mantra, ser julgado como um indivíduo.

Mas limites genéticos podem ter implicações depressivas para todos - mesmo para os membros de grupos mais hábeis - por causa da mera sugestão de que tais limites podem existir.

Assim, nós evitamos completamente essas idéias. Como as pessoas do Lago Wobegon, nós somos todos acima da média.

2. Diferenças Grupais Colocam em Cheque a Teologia Moderna

Eu não finjo por um minuto ser um teólogo. Mas meu senso laico de religião moderna dá-me as seguintes impressões.

Se somos todos iguais perante Deus, diz essa noção (e eu mesmo admiro essa proposição), nós devemos ser iguais de todos os outros modos. Uma sub-corrente de muitas teologias modernas parece ser a idéia de que independentemente do quão grandes e poderosos sejamos aqui na Terra, quando morremos, nossas almas encolhem a tamanhos uniformes.

Nossos "cubos anímicos", ou o que seja, possuem todos 2cm por 2cm por 2cm. Lá no Céu, elas estão todas armazenadas em um grande banco em forma de nuvem, com novas adições diárias. Mesmo tamanho, mesma densidade, mesma cor (os metodistas dizem que ela é bege, episcopalistas insistem que ela é azul claro). O único "superior" é Deus.

O aspirante presidencial Mitt Romney desmanchou-se em lágrimas no "Meet the Press" por conta da aceitação de negros pelos mórmons em sua igreja:

"É algo muito profundo e fundamental em minha vida e minhas crenças mais íntimas que todos são filhos de Deus. Minha fé sempre disse-me isso. Minha fé sempre disse-me que aos olhos de Deus, cada indivíduo possui o mais elevado mérito de felicidade no além e eu não tenho dúvidas de que afro-americanos e negros em geral tenham todo o direito e todo benefício no além que qualquer outra pessoa tenha e que Deus não discrimina."

Discutir diferenças, então, pode ser entendido com um sacrilégio. Reconheça que seu grupo é mais inteligente que o outro grupo, e você cometeu mais que uma gafe política. Você cometeu um pecado.

3. Mesmo que você suspeite de diferenças grupais, fique calado a respeito - isso ajuda a manter a paz.

Nós todos precisamos conviver em alguma medida - ou ao menos tentar. Eu digo isso no sentido de sobrevivência individual imediata, não uma sugestão ao estilo La Raza de que os americanos e os imigrantes ilegais devem "conviver" conosco dando a eles anistia.

Nós todos nos encontramos onde quer estejamos em nossas vidas, e mesmo enquanto trabalhamos por algo diferente, coexistindo com os participantes em nossas vidas diárias imaginando que ser igual a eles ajuda a tornar a existência palatável. Até mesmo aqueles convictos de sua superioridade individual raramente gabam-se dela por ela ser herdada. Eu não conheço muitos clubes nos quais os membros não pensam em si mesmos como "apenas a galera" em um espírito de camaradagem. Até mesmo as forças armadas americanas assumem essa atitude, junto com saudações rápidas para oficiais comandantes.

Ademais, uma crença de que toda a humanidade é inerentemente igual é confortante de um modo "faça suas apostas". Níveis variáveis de sucesso podem ser atribuídos a esforço e sorte. Não é necessário ser um determinista sombrio a respeito de tudo. E se você encontra-se com um problema, você simplesmente sentir-se-ia muito mais tolo se você previamente anunciou sua superioridade inerente.

Esses três sentimentos, não importa o quão falhos, servem a necessidades humanas. E não são completamente lunáticos. Eles são mecanismos de superação, na verdade, e eles funcionam em sociedades nas quais as diferenças individuais são pequenas ou médias. Na verdade, a ignorância robusta das diferenças podem ter valor prático. Se você precisa recrutar um exército, estabelecer a altura mínima muito alto pode custar soldados razoáveis - mesmo que conscritos mais altos sejam em verdade, melhores.

Mas essa supostamente benévola ignorância das diferenças desintegra-se e sai pela culatra em sociedades nas quais as diferenças são elevadas. Dê a um homem uma arma que ele é pequeno demais para manejar apropriadamente, e você pode ter um desastre em mãos.

Sim, muitas vezes são as pequenas mentirinhas que ajudam-nos a conviver - até que as mentiras tornam-se grandes demais para que sejam ignoradas. Infelizmente, é aí que estamos atualmente. Graças em grande medida a uma imigração ilimitada ao Ocidente, nós entramos no território das grandes mentiras. Nós não estamos nos fundindo em um belo mosaico. Grupos novos estão simplesmente propondo-se a substituir grupos mais antigos. As mentiras não estão suavizando o caminho para uma sociedade sadia, elas estão impedindo a maioria americano de pensar e falar sobre defendir um estilo de vida preferido.

Ainda assim, nós continuamos acreditando que podemos levar a democracia ao mundo, tornar as mulheres indistinguíveis de homens, e elevar o Terceiro Mundo ao nível do Primeiro, comprando um moletom vermelho na Gap. Entre as razões não-examinadas para a Guerra do Iraque, a noção de "fungibilidade humana" ajudou, como se sunitas, xiitas e curdos fossem se juntar timidamente para reuniões municipais ao estilo da Nova Inglaterra após a queda de Saddam Hussein. O mesmo para a fronteira aberta com o México - apenas insista na "assimilação", e o influxo hispânico tornar-se-á indetectável. Eles são apenas pessoas, não é mesmo?

Seria tudo muito engraçado se não estivesse causando tanta morte, confusão, miséria e desperdício.

A oposição dirá: reconhecer diferenças humanas leva a escravidão e campos de concentração. Talvez. Ou rudeza, arrogância e sentimentos feridos. Provavelmente. Mas isso dificilmente é justificativa para inclinar-se na direção do extremo oposto. E isso é especialmente verdade já que a falta de discussão dessas questões previne a possibilidade de usá-las na luta vital para defender os interesses étnicos legítimos da raça branca. Sentimentos feridos são um preço pequeno a pagar.

Acima de tudo, as diferenças grupais persistem. Elas são vividamente, palpavelmente e inegavelmente reais. Raças são diferentes. Etnias agrupam-se e competem com as outras por território, recursos e poder limitados. Homens não são mulheres, e vice-versa. Nós não nascemos para vivermos todos juntos na mesma milha quadrada.

Sociedades humanas são flexíveis, mas não inquebráveis. O mundo sobreviveu a muitas idéias e ideologias equivocadas, ainda que muitas vezes, como com o comunismo, elas estivessem acompanhadas por pesadas perdas humanas. O igualitarismo rígido que atualmente aprisiona nossos pensamentos e políticas é a mais recente, e deverá ser quebrada logo.

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