terça-feira, 3 de abril de 2012

O Totalitarismo Monoteísta

Por Alain de Benoist

O totalitarismo cresce fora de um desejo de estabelecer unidade social e humana ao reduzir a diversidade de indivíduos e povos em prol de um modelo único. Nesse sentido, é legítimo falar de uma “arena social politeísta, referindo-se aos múltiplos e complementares deuses” contra uma “arena monoteísta fundada na ilusão da unidade”. Uma vez o politeísmo de valor “desaparece, nós encontramos o totalitarismo”. O Pensamento pagão, por outro lado, o qual fundamentalmente permanece anexado ao enraizamento e ao lugar, e o qual é um centro preferencial da cristalização da identidade humana, rejeita todas as formas de universalismo religioso e filosófico.

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