sábado, 22 de outubro de 2016

Eduardo Velasco - Os egípcios eram brancos?

por Eduardo Velasco


Faraó Amenemés III (XII dinastia, por volta de 1800 AEC).

Desde que a Europa descobriu o Egito, se fascinou com ele e dedicou a decifrar os complicados hieróglifos que os nativos egípcios modernos eram incapazes de entender, apesar de proclamarem-se seus herdeiros e também, descendentes diretos dos faraós. Como o Egito foi tomando forma e vida aos olhos diligentes dos egiptólogos europeus, para eles era impossível imaginar o Egito doutro modo que não fosse como uma sociedade "branca". O antigo idioma egípcio não estava relacionado com os novos habitantes árabes semitizados, e tampouco com as tribos negras do Sul: parecia uma incógnita. Recentemente, não os egiptólogos, mas a imprensa tem se preocupado por esses assuntos que há tempos estavam claros, e a representar de repente os antigos egípcios como árabes ou negros. O politicamente correto e o medo do fantasma racista começaram a importunar o que até então havia sido investigado metódica, objetiva e minuciosamente por parte de verdadeiros sábios no tema. 

Desde a infância recordo de ter visto imagens de loiros em volumes de enciclopédia dedicados à arte egípcia, assim como múmias com inequívocos traços europeus. Naquela época, isso parecia algo normal, no entanto, agora se converteu num assunto "sensível". 

Aqui, entre outras coisas, farei uma pequena recompilação donde estas aparições na arte egípcia se multiplicaram, e onde veremos desfilar faraós, rainhas, soldados, sacerdotes, deuses e nobres de aspecto claramente europeu. 

Neste artigo interessa, antes de tudo, mostrar como o Egito, essa civilização tão antiga que tem um estranho poder de fascinação e atração, era uma sociedade dirigida por uma aristocracia de origem europeia, que caiu quando desapareceu sua herança genética que a criou, e que atualmente a indústria midiática está negando e falsificando essa informação. 

O HOMEM CRO-MAGNON, OS GANCHES, OS BERBERES, OS LÍBIOS, A TEORIA ATLÂNTICA E AS ORIGENS DOS FUNDADORES DO EGITO 

Por volta de 40.000 anos atrás, surgiu o chamado homem Cro-Magnon na Europa. Os Cro-Magnons expulsaram da Europa ou exterminaram a tipos humanos menos evoluídos (tal como o Neandertal), e assentaram-se especialmente na França, Espanha e Norte da África. 

O Cro-Magnon foi considerado no passado como o tipo humano mais evoluído que existiu. Seus maiores semelhantes se encontram na moderna raça nórdico-branca. Portadores de uma cultura avançada em comparação com outras variedades humanas, os Cro-Magnons foram chamados de "helênicos do Paleolítico". No que se refere a esse post, os assentamentos Cro-Magnons da região norte-africana do Atlas foram considerados por muitos como a base do Egito faraônico.  

Reconstrução do aspecto de um homem Cro-Magnon, pelo antropólogo Maurice Putman Coon.

O antropólogo e professor de Harvard, Carleton S. Coon, relacionou os Cro-Magnons, os berberes e os líbios: 

Por de volta 3.000 anos atrás, durante o Paleolítico Superior, um grupo de Cro-Magnons — chamados de homens de Afalou — viveram no norte da África, e os antigos líbios descendem deles. Muitos deles eram ruivos, dado que esses traços persistem na região... Hoje, os traços deste tipo humano se encontram principalmente na Noruega, Irlanda e na região de Rife, no Marrocos. Os berberes modernos descendem dos antigos líbios. 

Suas afirmações não eram gratuitas, tampouco estavam carentes de fundamento. O professor italiano Cavalli Sforza (um anti-racista que ninguém pode acusar de puxar pra algum lado) e outros geneticistas da Universidade de Princeton confirmaram, mediante provas de ADN efetuadas na década de noventa, que os berberes estão mais próximos dos britânicos que qualquer outro grupo racial africano ou europeu. Também existem outros dados confirmatórios relativos ao tamanho e forma dos crânios do Cro-Magnon encontrados em Afalou bou Rummel (Argélia), que são iguais aos encontrados na Dinamarca e Suécia. 

Como o nacional-socialista Alfred Rosenberg, em "O Mito do Século XX", disse que: 

Os berberes, em parte, até hoje em dia, de pele clara e olhos azuis, não têm sua origem nas migrações dos vândalos, mas sim na antissigma onda humana atlântico-nórdica. Os caçadores kabiles, por exemplo, são em grande medida, mesmo atualmente, de origem nórdica completamente irrepreensível.

Carleton S. Coon também falou de uma "raça de construtores de megalíticos" que ele relacionava com a nórdica e ao Cro-Magnon, que depois de ter construído templos astronômicos semelhantes ao Stonehenge ou pirâmides subterrâneas como o Silbury Hill na Inglaterra ou como muitos alinhamentos na Bretanha francesa como as rochas de Carnac (note a semelhança linguística com o Karnak egípcio) e muitas outras construções principalmente pelo Ocidente da Europa, levou consigo seu saber ao Mediterrâneo, norte da África, Líbia e Egito. 

Em 1883, o antropólogo francês A. Pietrement disse que as pinturas egípcias tinham muito a contribuir para os antropólogos e historiadores, reparando no caso dos líbios e como eram representados como louros, de olhos azuis e de feições europeias, explicando talvez as menções do antigo grego Pausânias sobre "líbios louros". (Boletim da Societe d’Anthropologie de Paris, 1883, p. 862.)

Falando de um tema que em sua época era tratado sem conotações negativas, com toda a tranquilidade que dá o ser "politicamente incorreto" sem saber, Sir Flinders Petrie, famoso egiptólogo inglês, foi provavelmente o primeiro a apontar, em 1901, as conexões entre os fundadores do Egito e os habitantes de Líbia:

A fisionomia manifesta uma conexão decisiva e pronunciada entre o Egito pré-histórico e a antiga Líbia, e por sua vez, a antropologia apoia os inúmeros testemunhos arqueológicos que denotam uma conexão estreita entre o Egito e a Líbia. 

Um ano depois, muito antes da Segunda Guerra Mundial e da invenção do "politicamente correto", o renomado egiptólogo E. A. Wallis Budge descreveu desta maneira aos egípcios pré-dinásticos que formaram a base dos estratos superiores da posterior sociedade faraônica. 

Os egípcios pré-dinásticos, ou seja, o estrato deles que era nativo do norte da África, pertenciam a uma raça branca ou de pele clara, que em muitas particularidades se assimilava aos líbios, que em períodos históricos posteriores viveram perto da costa Oeste do Nilo. ("Egypt in the Neolithic and Archaic Periods").

Esta múmia procede do passado pré-dinástico do Egito (estamos falando nada mais nada menos que do ano 3300 AEC) e pertence a um nobre da época. A múmia foi real o suficiente para receber um apelido: "Ginger", pela cor de seu cabelo. "Ginger" é um termo utilizado no inglês para descrever à uma pessoa ruiva-corada.

Ao longo dos milênios, como uma fonte, a Líbia continuou exercendo uma influência sobre o Egito. Desde a antiguidade, os líbios tinham fama de ser um povo de brancos loiros ou ruivos, e muitas vezes com olhos claros. Isso foi avaliado por numerosos autores, como o navegante e geógrafo grego Cílax. Os líbios tehennu são representados historicamente como brancos morenos, enquanto os líbios mashausha, mais ao Oeste, eram loiros. O historiador grego Heródoto falava dos "maxyces" da Líbia ocidental, obviamente dos mashausha. Esse nome tem sobrevivido em mazuza, uma sub-tribo dos rifenhos (Marrocos), e na palavra imazighen, como a que muitos tribos berberes se identificam, assim como o amazigh, seu idioma. Temos aqui toda uma série de tribos norte-africanas como os badarios, naqadas, guanches (em breve falaremos deles), berberes (rifenhos, chenoua, kabiles-amazigh) etc, que são considerados herdeiros desta presença atlântica. 

Esses dois são berberes. Segundo alguns antropólogos e arqueólogos, os berberes originais eram assim, mas foram "escurecendo" com a mescla de elementos árabe-semitas e subsaarianos. Sendo os traços europeus recessivos, por lógica se deduz que em tempos passados tiveram que formar uma proporção muito importante da população norte-africana. Atualmente, não é raro encontrar berberes muito brancos, loiros ou ruivos e com olhos azuis ou verdes. Muitos que não têm um aspecto tão nórdico conservam, no entanto, o aspecto típico branco europeu com o cabelo castanho ou preto. 
Berber argelina.
Nesta mesma linha, não posso deixar de mencionar os antigos guanches, que podem ser o caso mais notável por sua pureza. Os guanches consideravam-se os habitantes originais das Ilhas Canárias, e de origem berber-norte-africano. Foram encontrados restos de homens com cerca de dois metros e de mulheres próximas a um metro e oitenta, assim como crânios com 1900 cc de capacidade. Os guanches consideravam-se um vestígio da raça que viveu sob o clima europeu do frio extremo durante as glaciações, indo para o norte da África. Nas Ilhas Canárias, construíram curiosas pirâmides alocando elas de modo semelhante às encontradas na Mesopotâmia, Egito e América. Mumificavam seus mortos de uma forma parecida como no Egito e, hoje, as pesquisas e os auxílios nas pesquisas sobre os guanches ou as análises de suas múmias são praticamente inexistentes. Aparentemente, os guanches tinham um anormal predomínio do grupo sanguíneo O Rh Negativo. Essa proporção, que na ilha de Grã Canária superava 90%, é desconhecida em qualquer povo europeu do mundo, e que se aproximavam de alguns grupos berberes do Altas, ou regiões como Escócia e o País Basco.

Infelizmente, os guanches foram exterminados em grande parte pelos novos conquistadores europeus no século XV, que ficaram maravilhados pela beleza e bravura deste povo. Muitas vezes infligiram incríveis derrotas a destacamentos militares fortemente armados, e em outras ocasiões lutaram até a morte. Os sobreviventes, que em alguns casos eram estranhas tribos mestiças e primitivas e não os guanches puros foram integrados a nova população europeia "goda", mas mantiveram na memória histórica e popular a recordação daqueles aborígenes altos, brancos, loiros e de olhos azuis.

Existe uma vaga ideia, expressa em certos vestígios arqueológicos e em alguns mitos egípcios, que recorda a deuses-líderes do povo (como Toth) que provinham de um país "além de onde o Sol se põe", isto é, do Oeste. No entanto, o objetivo aqui não é demonstrar que os fundadores e construtores do Egito eram uma espécie de "atlantes" ou proto-guanches, mas simplesmente coloca-los em relações com as comunidades Cro-Magnons, guanches, berberes e os líbios, demostrar que eram de procedência europeia e que, para descobrirmos as origens egípcias, não podemos olhar para o Norte, o Leste semita ou ao Sul negro, mas para o Oeste, em direção ao deserto do Saara, Espanha e o Atlântico, onde criou-se a raça Cro-Magnon.

ALGUMAS CURIOSIDADES

- Um cientista pode determinar a tipologia racial de um esqueleto a partir de seus dentes, suas feições faciais, suas medidas cranianas, a estrutura de seu cabelo e a constituição corporal. 

- A múmia da mulher de Tutancâmon tinha o cabelo castanho-arruivado. ("Tutankhamen, The Golden Monarch", por Michael Carter, 1972, p.68)

Uma imagem tirada de um livro de História, analisando uma cena politicamente incorreta representada na tumba de Tutancâmon: o faraó, montado numa carruagem puxada por dois cavalos, armado com um arco e abanicado por escravos negroides, derrota em uma grande caçada ao núbios, que devem lidar com suas flechas e seus cachorros de caça. Note como o faraó está representado de uma forma muito distinta dos negros.

- Uma múmia de um homem com cabelo e barba ruiva foi encontrada próxima das pirâmides em Sacará. 

- Foram encontradas múmias ruivas nas cavernas de crocodilo de Abufaida. ("Remarks on Mr. Flinders Petries Collection of Ethnographic Types from the Monuments of Egypt", por Henry George Tomkins, Journal of the Anthropological Institute of Great Britain and Ireland Vol. XVIIII, 1889, p.216).

- O livro "A History of Egyptian Mummies" de Thomas Pettigrew, menciona uma múmia com o cabelo castanho-arruivado. 

- Ramsés II, considerado um dos maiores faraós, se não o maior, era ruivo e media 1,90 m. 

Uma imagem vale mais que mil palavras: palácio de Ramsés II em Mênfis, por volta de 1279 AC. O faraó, um ruivo, subjuga duramente aos inimigos do Egito agarrando-os pelo cabelo. À esquerda, um negro núbio, no centro um semita e à direita certamente um hitita.

- A múmia do príncipe Yuaa tinha um sedoso cabelo louro.   

- O faraó Tutmés II tinha cabelo castanho claro.  

- O professor francês Georges Vacher de Lapouge menciona uma múmia loira encontrada em Al Amrah, e notou que ela tinha o rosto e as medidas cranianas de um típico gaulês ou saxão. 

Estátua do Reino Médio no Egito.
- Em Kawamil foi encontrado uma múmia loira e outras com o cabelo castanho. ("L’Aryen, Sa Vie Sociale", por Georges Vacher de Lapouge, 1899, p.26).

A cabeça mumificada de um jovem, por volta do ano 600 AEC. Note seu cabelo castanho e liso, de modo algum é um semita ou negroide. 

- Em Silsileh foi encontrado muitas múmias com o cabelo castanho. 

- A rainha Hetepherés da IV dinastia, filha de Quéops, aparece nos baixo-relevos de sua tumba com o cabelo de cor loira, mechas horizontais arruivadas e a pele branca. ("The races of Europe", por Carleton Coon).

- A esposa de Quéops e sua cunhada também eram ruivas. 

- A múmia da rainha Tiy tem o cabelo castanho e ondulado. 

- Poucas múmias de faraós sobreviveram no século XXI, mas uma grande proporção delas são loiras.

- Na tumba de Amenófis III, uma pintura nos apresenta como de cabelo ruivo claro. ("Ancient Egypt, Discovering its Splendors", por National Geographic Society, 1978 p.103). Seus traços faciais são europeus. Sua mulher, a rainha Tiye, é representada muito clara de pele, loira e de olhos claros. 

Esquerda: a múmia de Yuia, um nobre egípcio por volta do ano de 1400 AEC. Era pai de Tiye, a esposa do faraó Amenófis III. Direita: sua esposa, Tuiu, bisavó do faraó Tutancâmon. Alguns dizem que o chamativo tom do cabelo da múmia da esquerda foi produzido pelo processo de mumificação, mas, mesmo que aceitemos isso, estamos diante de um indivíduo com traços faciais-craniais típicos de europeu e o cabelo liso-ondulado próprio de "caucasoides". Em qualquer caso, analisar essa múmia tal como foi feita com a múmia de Ramsés II, tiraria a dúvida sobre a cor original de seu cabelo, no entanto, loiro ou castanho, estamos diante de um tipo racial "caucasoide".

- Na tumba de um nobre chamado Meketre (2000 AEC), há uma cena de fazenda onde são mostrados indivíduos ruivos.

- O faraó Amenemés III parece nórdico em suas representações, provavelmente do tipo Cro-Magnon, com uma estrutura óssea pesada e uma mandíbula forte.

- Um escriba egípcio em Sacará, por volta do ano de 2500 AEC, é representado como de olhos azuis. ("Life of the Ancient Egyptians", por Eugen Strouhal, Norman, Oklahoma, Universidade de Oklahoma, 1992, p.53).

- A tumba de Mena (XVIII dinastia) no oeste de Tebas, mostra mulheres loiras, e um homem loiro supervisionando a dois homens de pele escura na coleta de uma colheita. 

- Merit, esposa de Maya, na XVIII dinastia, por volta de 1345 AEC, um tipo racial mediterrâneo, um pouco mongolizada (“asiatizada”), mas de forma alguma é semita ou negroide.

- Na tumba de Userhet (escriba do faraó Amenófis II) há uma pintura com um homem loiro caçando numa carruagem. Essa tumba também tem outra pintura onde são representados soldados loiros.

- O obituário funerário do sacerdote Remi o mostra como ruivo.

- Outra tumba do oeste de Tebas da XVII dinastia mostra um casal morto, um homem e uma mulher, brancos morenos. Lamentando sua morte, estão duas filhas de cabelo loiro claro e de pele clara, e seu irmão mais velho, um ruivo.

- Na tumba de Baquet III, em Beni Hasan, há muitas pinturas que representam a indivíduos loiros e ruivos de olhos azuis.

- O cabelo loiro e os olhos azuis foram encontrados na tumba do faraó Merneptá no Vale dos Reis. 

Deusas ruivas, tumba do faraó Merneptá.

- Pinturas da III dinastia mostram nativos egípcios ruivos e de olhos azuis. ("Historia del Arte Vol III", por José Pijoan, 1932, XI).

- Na tumba de Djeserkaraseneb, em Tebas, há pintado uma mulher loira. 

- Uma representação de um navio, por volta do ano de 2500 AEC, está tripulada por cinco marinheiros loiros. 

Indivíduos fazendo pão no Egito. Nesta representação, TODOS os envolvidos são loiros com a pele bronzeada. Não é nada surreal ver loiros nas pinturas egípcias, de fato, abundam. O problema é que os modernos meios de comunicação, assim como a doutrina do sistema educativo, tendem a apresentar a história de uma forma muito diferente e falsificada.

- O deus Nuit era representado como branco e loiro. ("Le Nil et la Societé Egyptiénne", por H. Champollion, Marselha (França), 1973, p.94)

- Uma pintura na tumba de Meresankh III, em Giza, do ano de 2485 AEC, mostra indivíduos brancos e ruivos.

- Na tumba de Iteti em Sacará, há uma pintura de um homem com um aspecto muito nórdico, e com o cabelo loiro. ("Painting, Sculpture and Architecture of Ancient Egypt", por Wolfhart Westendorf, 1968 p.65).

Isso é parte da decoração de um esquife de um nobre chamado Khui, que viveu na XII dinastia (1976-1947 AEC). Alguns afrocentristas dizem que seu cabelo louro dourado, é, na verdade, apenas um capacete, mas soa um tanto insólito que alguém passeie com o cachorro equipado com um capacete — particularmente quando sequer o exército egípcio utilizavam capacetes para combater. Será que esse homem tinha medo de algum meteorito? Talvez sim. Por isso os egípcios, como vimos e veremos, elaboravam seu pão e trabalhavam no campo sempre com capacetes, e sua meteorofobia era tamanha que os levavam consigo em seu templo.

- Grafton Smith menciona o característico cabelo ruivo de Henutmehet, uma múmia da XVIII dinastia. 

- O mencionado professor de Harvard, Carleton Coon, em seu livro "The Races of Europe", disse que "muitos funcionários, cortesões e sacerdotes, representando a classe alta da sociedade egípcia mas não a realeza, se assemelham surpreendentemente com os europeus modernos, especialmente os de cabeça longa". (Coon se refere aos dolicocéfalos, comuns principalmente na Escandinava, Inglaterra, Holanda, Alemanha e outros países povoados por essas pessoas).  

Reconstrução do rosto de uma tal de Asru, cerca de uns 50 ou 60 anos de idade, sacerdotisa-figurante em um templo egípcio. A julgar pelo nariz, o comprimento do pescoço, a forma de seu crânio, a disposição geral de seu rosto e ao redor dos olhos, quase aquilino, eu pessoalmente opino que é predominantemente nórdica. Em todo caso, seria uma estupidez dizer que é semita ou negroide. A discussão não seria se é branca ou não, mas sim que tipo de branca é.

- A Time-Life publicou um volume chamado "Rameses II The Great". Há uma boa imagem do cabelo ruivo do faraó. 

- Um livro intitulado "Chronicle of the Pharaohs" de Peter A. Clayton, mostra pinturas, esculturas e múmias de 189 faraós e grandes personalidades da antiga sociedade egípcia. 102 tinham um aspecto europeu, 13 (principalmente os medíocres faraós da decadência final) parecem negroides, e o resto são difíceis de classificar. Todas as múmias representadas no livro tem um aspecto de europeu moderno.

- O primeiro Faraó, Narmer, também chamado de Menés, tinha um aspecto muito "caucásico". 

- Os egípcios frequentemente pintavam os homens (expostos às intempéries e ao poderoso Sol egípcio) de bronzeados-vermelhos e as mulheres (que passavam a maior parte do tempo em casa) mais brancas.

Pinturas em Deir el-Bersha. Típico tom bronzeado-avermelhado para os homens, embora alguns são loiros e outros morenos. Dado que seus traços faciais não estão diferenciados (tal como estão os semitas e os negros noutras pinturas egípcias) deveríamos interpretar que esses soldados são todos da mesma raça.

- O mencionado egiptólogo E. A. Wallis Budge se refere a uma estátua pré-dinástica que "tem olhos feitos com lápis-lazúli (lápis azul), pelo qual deveríamos entender que a mulher aqui representada tinha olhos azuis". ("Egypt in the Neolithic and Archaic Periods"). Os egípcios concediam grande importância ao lápis-lazúli, que, assim como os sumérios (que também tendiam a representar os olhos azuis), o importavam de lugares tão distantes como o Afeganistão.

- Nas tumbas de Medum, duas estátuas ao redor de 2570 AEC, mostram o príncipe Rahotep e sua mulher Nofert como pessoas de traços brancos. A estátua dele tem nos olhos duas pedras verdes, e dela, duas pedras azul-violeta. No Museu Egípcio (Cairo), é possível ver suas estátuas, junto com outras muitas da mesma época, que ostentam olhos azuis ou verdes, como o escriba Morgan ou a estátua de madeira de Seikh el Beled.

Esses loiros são uma autêntica praga em algumas peças artísticas egípcias... Há também alguns morenos, e no meio da fila central, sentado, temos o que parece ser um ruivo. 

- Em 1925, o professor de Oxford, L. H. Dudley Buxton escreveu o que segue sobre os crânios do antigo Egito:

Entre os antigos crânios dos tebaidas na coleção do Departamento de Anatomia Humana de Oxford, há espécimes que deveriam ser considerados, sem dúvida, do tipo nórdico. ("The peoples of Asia").  

- O antropólogo escocês Robert Gayre escreveu que:

O antigo Egito, por exemplo, era essencialmente uma penetração de elementos raciais caucasoides na África,... Essa civilização cresceu do assentamento de mediterrâneos, armenoides, inclusos nórdicos e atlânticos, no norte da África. ("Miscellaneous Racial Studies").

Representação de um negroide núbio na tumba do faraó Set. Cabelo "afro", brincos grandes, traços faciais típicos, braços largos, pele totalmente negra — absolutamente nada parecido com os egípcios típicos, bronzeados e morenos.


- Uma pintura da mãe do faraó Aquenáton (XVIII dinastia) mostra ela como de cabelo loiro, olhos azuis e uma pele rosada.  

- A princesa Ranofri, filha do faraó Tutmés III, é representada como loira em uma pintura que foi coletada pelo egiptólogo italiano Ippolito Rosellini. 

- Em 1929, os arqueólogos descobriram a múmia da rainha Meryet-Amun (outra filha de Tutmés III), e tem o cabelo castanho claro e ondulado.  

O faraó Tutmés III padreou, pelo menos, duas loiras. Museu de Luxor, Egito. 

- Em 1989, no Vale dos Reis, o egiptólogo americano Donald P. Ryan escavou a tumba KV 60. Ali, encontrou a múmia de uma mulher da realeza, que ele identificou como a rainha Hatshepsut. Ryan descreve a múmia:

A múmia estava em sua maior parte entulhada. Tufos de cabelo louro-acastanhado estavam sobre o solo, atrás da cabeça careca.

A múmia da rainha Hatchepsut, famosa em vida por sua deslumbrante beleza. Seu cabelo foi descrito como loiro-acastanhado, mas nessa fotografia, com a sombra, parece mais castanho.

- Mâneton, um sacerdote grego-egípcio que viveu no século III AEC, escreveu em Aegyptiaca (História do Egito), que a última soberana da VI dinastia foi a rainha Nitócris, a qual ele descreve:


Houve uma rainha Nitócris, mais valente que alguns homens de seu tempo, a mais bela de todas as mulheres, loira e de bochechas rosadas. Para ela, é dito, a primeira pirâmide foi levantada com o aspecto de uma montanha. 

Segundo os autores greco-romanos, Plínio, Estrabão e Diodoro Sículo, a terceira pirâmide foi construída a mando de uma mulher chamada Rhodopis. Traduzido do grego, esse nome significa "de bochechas rosadas".

Na Estela S dos edifícios de El-Amarna, a rainha Nefertiti, esposa do faraó Aquenáton, é descrita, entre grandiosas frases sobre quão querida era para o faraó, como "de rosto claro".


A rainha Nefertiti, cujo nome significa em egípcio "a mais bela chegou", um nome escolhido muito acertadamente por seus pais. Nefertiti foi esposa do faraó Aquenáton, que instaurou no Egito um culto solar monoteísta reminiscente do posterior masdaísmo iraniano, e em cujo reinado foi imposto o realismo e a fidelidade na arte egípcia, em contraposição as formas idealizadas e vagas da arte anterior, de modo que Nefertiti é representada tal como era. Esse busto ficou famoso porque encaixa perfeitamente com os cânones da beleza feminina europeia clássica.


Assim foi reconstruído o rosto de Nefertiti pelo Discovery Channel (em mãos da companhia NBC do magnata mediático judeu Jeff Zucker, por sua vez, sob a multinacional General Eletric de Jeff Immel) em 2003. Segundo o "USA Today", um designer gráfico "anônimo" se encarregou de representar a seu livre arbítrio a "textura da pele, cor dos olhos e feições" da rainha.

- A pintura de uma tumba, recolhida pelo egiptólogo alemão C. R. Lepsius por volta de 1840, representa a uma mulher loira chamada Heteferes (em torno da V dinastia). O estudioso alemão Alexander Scharff observou que era representado como uma sacerdotisa da deusa Neith, uma divindade muito querida pelos líbios loiros da região do Delta, e também diz que seu nome coincide com o da rainha Hetepherés II, a qual também é representada de cabelo claro, numa pintura sobre uma parede na tumba da rainha Meresankh III. Ele deduziu que as duas mulheres poderiam muito bem ser parentes, e sugeriu (algo um pouco estranho) que o Egito da idade das pirâmides estava regido por uma casta de mulheres loiras. 

- Os atropólogos G. Elliot, B. Smith e W. R. Dawson analisaram o cabelo do faraó Ramsés II, seu crânio e dezenas de esqueletos de todo o mundo para compará-los. A finalidade dos restos faraônicos estabeleceram que "em conjunto, mostram laços com o neolítico europeu, o norte da África, a Europa moderna e mais remotamente com a Índia... O grupo de esqueletos que mais se aproximam aos antigos egípcios é o do neolítico francês".  


Cena idealizada do trabalho no campo. Vemos dois adultos, um adolescente e uma criança, dos quais somente um dos adultos é moreno (embora esse tipo humano é o que predomina realmente na arte do Antigo Egito), sendo os demais louros, e três dos quatro de olhos azuis. No entanto, como no caso das pinturas de soldados que foi mostrada acima, os traços faciais dos loiros e morenos não estão diferenciados, isto é, o moreno não é semita ou negro. Precisamos interpretar que todos esses indivíduos são brancos, igual como a maioria dos tipos ruivos de cabelo escuro predominam na arte egípcia. (Pintura na parede da tumba de Ramose, administrador do Estado sob o mandado do faraó Amenófis III e Aquenáton, no Vale dos Reis, por volta de 1500 AEC).

- O 20º fragmento do 141º capítulo do "Livro dos Mortos", está dedicado a "deusa grandemente querida, de cabelo ruivo". 

- No mesmo livro mencionado, os olhos do deus Hórus são descritos como "resplandecentes" ou "brilhantes", enquanto em outra passagem é dito de forma mais explicita, o "Hórus de olhos azuis".

- No 140º capítulo da dita obra, é especificado que o famoso amuleto conhecido como o "olho de Hórus", ou Wedjat (também chamado Wadjet, se tratava de um amuleto utilizado para manter afastado o "olho maligno") deve sempre ser feito de lápis-lazúli, uma pedra semi-preciosa de cor azul. O autor grego Plutarco, em sua obra "De Iside et Osiride", capítulo XXII, diz que os egípcios imaginavam a Hórus como de pele branca, e a Set (o deus da violência e das tempesteadas, e mais tarde deus da guerra e das armas) como de complexão avermelhada (aqui poderíamos estar ante referências da raça nórdico-branco por um lado, e da raça nórdico-vermelho do outro). 


O Wedjat ou "Olhos de Hórus".

"Um amuleto da sorte comum era o olho de Hórus, o chamado olho Wedjat. Esse olho é sempre azul, e a palavra wedjat significa "azul" em egípcio. A rainha Thiy é representada como de complexão rosácea, olhos azuis e cabelo loiro". ("Races Humaines de la Vallée du Nil", pór E. T. Hamy, Boletim da Societe d’Anthropologie de Paris, 1886, p.739).

- Nos antigos textos das pirâmides, é dito que os deuses tinham olhos azuis e verdes. Diodoro Sículo diz que os egípcios pensavam que a deusa Neith tinha olhos azuis. 

"A tumba da mulher de Djoser o construtor da primeira pirâmide egípcia, tem uma pintura em sua tumba que a mostra como de cabelo loiro-arruivado". ("The Ra Expeditions", por Thor Heyerdahl, 1971, p.249).

- A mulher do faraó Quéfren era ruiva e de olhos azuis, segundo as representações. 


O faraó Quéfren.
"Uma máscara funerária com os atributos da deusa Ísis mostram uma vívida cor esverdeado em seus olhos". ("A General Introduction to the Egyptian Collections in the British Museum", por London, Harrison & Sons, 1930, p.49).

Esse homem, que viveu por volta de 2650 AEC e que poderia passar tranquilamente por um russo, é o grande arquiteto Hemiunu (também chamado de Haman ou Hemon), primo do faraó Quéops, vizinho do mesmo e designer da grande pirâmide de Gizé, dedicado ao faraó. 

A múmia do faraó Ramsés II como exemplo de investigação antropológico-racial

O faraó Ramsés II (XIX dinastia) é geralmente considerado o mais poderoso e influente rei que reinou no Egito. Ele é um dos poucos governantes que ganhou o epíteto de “O Grande”. Suas origens raciais, inclusive, são de extremo interesse.

Em 1975, o governo egípcio permitiu que a múmia de Ramsés, fosse levada a Paris para trabalhos de conservação. Numerosos outros testes foram realizados, para determinar as afinidades raciais precisas de Ramsés, em grande parte porque o estudioso senegalês Cheikh Anta Diop estava reivindicando naquele momento que Ramsés era negro. Uma vez que o trabalho foi concluído, a múmia foi devolvida em um caixão hermeticamente fechado, e manteve-se em grande parte escondida da vista do público desde então, mantida escondida nas entranhas do Museu Egípcio (Cairo). Os resultados do estudo foram publicados em uma obra ricamente ilustrada, que foi editada por L. Balout, C. Roubert e C. Desroches-Noblecour, e foi intitulada "La Momie de Ramsés II: Contribution Scientifique à l’Égyptologie" (1985).

O Professor italiano P. F. Ceccaldi juntou com uma equipe de pesquisa, estudou alguns cabelos que foram removidos do couro cabeludo da múmia. Ramsés II tinha 90 anos quando morreu (bastante tempo, considerado a época que viveu e a imensa quantidade de filhos que teve, sem dúvida devia ter uma constituição forte e hábitos saudáveis) e seu cabelo tinha ficado branco. Ceccaldi determinou que a cor amarelo-avermelhada do cabelo da múmia havia sido provocada por tingimento com uma solução diluída de hena, ele provou que isso seria um exemplo das atenções cosméticas dos embalsamadores. No entanto, os traços de cor original do cabelo (na juventude), permanecem nas raízes, mesmo em idade avançada. Exames microscópicos provaram que as raízes do cabelo continham traços de pigmentos vermelhos naturais, e que, portanto, durante a sua juventude, Ramsés II tinha sido ruivo. Concluiu-se que estes pigmentos vermelhos, não resultaram de alguma forma de alteração do cabelo post-mortem, mas, de fato, representam a cor natural do cabelo de Ramsés. Ceccaldi também estudou uma secção transversal dos fios, e determinou a partir de sua forma oval, que Ramsés tinha sido “cymotrich” – possuía cabelos ondulados. Por fim, ele afirmou que essas combinações de características mostravam claramente que Ramsés havia sido “leucoderme” – pessoa de pele branca. 

Balout e Roubet não se deixaram enganar quanto à importância desta descoberta, e concluíram o seguinte: 

Depois de ter alcançado este imenso trabalho, uma importante conclusão científica continua a ser desenhada: o estudo antropológico e análise microscópica de cabelo, realizado por quatro laboratórios: Judiciário Medecine (Professor Ceccaldi), Société L’Oréal, da Comissão da Energia Atômica e Instituto Textile da França mostraram que Ramsés II era um “leucoderme”, que é um homem de pele clara, próximo dos mediterrâneos pré-históricos e antigos, ou resumidamente, dos berberes". 

É interessante notar a conexão com os berberes do norte da África: algumas tribos berberes, como os rifenhos das montanhas do Atlas, têm incidências de cabelos loiros chegando a quase 60%, e eles têm um percentual de pessoas de ruivos que é comparável a dos irlandeses. 

Estes fatos não só têm um interesse antropológico, no entanto, mas também uma grande importância simbólica. No antigo Egito, o deus Set (ou Seth, donde acreditam que procedem os nomes de Saturno e Satã) foi citado como sendo ruivo, e aparentemente os ruivos adoravam o deus com devoção. No estudo de Ramsés já referido, a egiptóloga Desroches-Noblecourt escreveu um ensaio, no qual ela discutia a importância da condição ruiva de Ramsés. Ela observou que os ramessides (a família do faraó), foram devotos a Set, com muitos deles ostentando o nome de Seti, que significa “amado de Set“. Ela concluiu que os ramessides acreditavam ser descendentes divinos de Set, com seu cabelo vermelho como prova de sua linhagem [1]; inclusive, é possível que tenham utilizado essa característica física peculiar para impulsionarem-se para fora da obscuridade e ascender ao trono dos faraós. Desroches-Noblecourt também especulou que Ramsés II pode ter sido descendente de uma longa linhagem de ruivos. 

Suas especulações têm sido provadas corretas: a dra. Joann Fletcher, consultante da Fundação Britânica de Bio-antropologia, provou que Seti I (o pai de Ramsés II), era ruivo. Também tem sido demonstrado que a múmia do faraó Siptá (bisneto de Ramsés II), tinha o cabelo ruivo. 

Podemos notar também a descrição antropológica da múmia de Ramsés, que foi descrita pelo historiador bíblico Archibald Sayc ("The Races of the Old Testament"):

A XIX dinastia, a qual Ramsés II, o opressor dos israelitas, pertencia, se distingue por sua marcada dolicocefalia. Sua múmia mostra um índice de 74, enquanto que o rosto é oval com um índice de 103. O nariz é proeminente, mas comprido estreito e aquilino, e as mandíbulas são alinhadas de forma normal. O queixo é largo, o pescoço longo, como os dedos e unhas. O grande rei parece ter tido cabelo ruivo”.

Todos estes detalhes são características da raça nórdica. Sendo que finalmente, devemos notar que o professor Raymond Dart declarou que a raça nórdica era o “tipo faraônico egípcio”. Ele, então, passou a afirmar especificamente, que a cabeça de Ramsés II é do tipo “pelásgica elipsoidal ou nórdica”. ("Population Fluctuation over 7,000 Years in Egypt", Transações da Royal Society da África do Sul, XXVII).

A linhagem de Tutancâmon

Tutancâmon (reino 1333-1324 AEC) ascendeu ao trono com 9 anos de idade e reinou apenas 10 anos. Sua importância histórica não é muito grande, mas se trata de um faraó representativo porque o tesouro de sua tumba (incluindo a fabulosa máscara de ouro) não havia sido saqueado, sua múmia estava em bom estado e trata-se de um soberano notável por ter rechaçado as reformas monoteístas de seu pai e o predecessor Aquenáton. Sua múmia foi analisada geneticamente, mas o governo egípcio não permitiu a divulgação do resultado. No entanto, em um vídeo, foram filtrados os marcadores genéticos (SNPs do cromossomo Y) do faraó, que correspondem com o haplogrupo paterno R1b1b2, o mais comum na Europa Ocidental. Esse haplogrupo corresponde, portanto, com os antepassados de Tutancâmon e Amenófis III. Por que o governo egípcio não quis publicar os resultados? Atualmente, no Egito, os R1b1b2 rondam em torno de 2% do total da população. A grande massa da antiga população do Egito devia ser predominantemente de haplogrupo paterno T. Presumidamente, o governo teme as possíveis implicações imperialistas europeias que pode estranhar esse achado para seu país. 

POR QUE TANTAS MENTIRAS E TANTA HIPOCRISIA? (ou como a realidade explode na cara da doutrina oficial, dos meios de comunicação e do sistema educativo moderno).

Esses fatos deveriam ser de domínio público, pois tratam-se da identidade europeia, do valor da raça branca, da unicidade de nosso código genético e da importância do sangue que corre em nossas veias. Se isso não é tornado público, é simplesmente porque o sistema sionista não se interessa que a Europa seja consciente de seu poder e de sua identidade. Afinal de contas, o Egito forma parte da história e do legado da Europa como um posto avançado da influência europeia na África, do mesmo modo que na Índia e Pérsia o foram na Ásia. 

Atualmente, o sistema educativo ensina mais ou menos o contrário de tudo o que vimos nesse artigo.

Aníbal, filho de Amílcar Barca, conhecido comumente apenas como Aníbal.

Outro exemplo de uma grande manipulação histórica do sistema oficial. Acima, o busto original do general cartaginês Aníbal, que deu muitas dores de cabeça a Roma e que procedia de antepassados greco-macedônios. 

Nessa foto, uma suposta reconstrução moderna do busto de Aníbal. Esse ridículo pôster — sinalizador das inseguranças e a falta de identidade que afligem a muitos afro-americanos — chegou a ser apadrinhado pelo sistema educativo de alguns países e pendurado em algumas salas de aula como parte da "história africana" dos "grandes reis da África" e do programa multicultural de aumentar a estima dos meninos negros. 

É revelador que os afrocentristas negros mais informados, inteligentes e educados, digam que o Egito era uma nação multicultural com muitas raças e que o que importava era a nacionalidade egípcia e o ser egípcio, não a raça do individuo em questão. Agora, esses indivíduos, devem enfrentar a uma realidade que mostra algo muito diferente. Recordemos que os egípcios tinham sete classes sociais segundo Heródoto e cinco classes segundo Diodoro Sículo, e que, estas classes estavam muito relacionadas com a raça. O Egito tinha muitas raças, mas não é por isso que era multi-cultural. A hierarquia era firme, o faraó, os sacerdotes, os administradores do Estado, os chefes militares e os nobres em geral dirigiam o país com ferrenha mão direita do alto da pirâmide e, como em qualquer sociedade de castas, em baixo da pirâmide estavam os escravos, e neste caso, os semitas (entre eles judeus) e os negros procedentes de Núbia. 

Escravos núbios negroides, representados de uma forma muito distante aos egípcios brancos, amarrados uns aos outros pelo pescoço (Grande Templo em Abul-Simbel).

OS EGÍPCIOS ERAM BRANCOS?

Depende do que entendemos por egípcios. A classe alta e a realeza não só eram brancos, mas em muitos casos eram muito nórdicos, enquadrados na esfera Cro-Magnon-líbia-berber, micênica (como os  hicsos ou hyksos), hititas, helenos-macedônicos e romanos. O resto da população devia ser do tipo mediterrâneo, relacionado com os minoicos, etruscos, tartessos, provavelmente a civilização dos indos e os sumérios etc., a julgar pelas semelhanças em sua arte. Provavelmente os "mediterrâneos" formavam a maior parte da população egípcia e o tipo predominante em sua arte, como na imagem abaixo, um retrato de qualquer europeu que fique muito tempo trabalhando no Sol. Quem continuar sustentando que tal tipo é semítico ou negro terá que explicar porque não é representado como os egípcios representavam aos núbios (negros, rosto negroide), ou aos judeus (nariz semítico, barba). 

Esse tipo racial é sem dúvida o que predomina na arte egípcia. Não é nem negro ou semita, e tem feições caucasoides.

Desconhecido, V dinastia. Esse tipo racial não é nem semítico ou negroide. Tem o cabelo escuro e feições europeias, e é idêntico ao encontrado na arte etrusca ou ibérica, era provavelmente o predominante nas classes médias da antiga sociedade egípcia.
O famoso escriba sentado, 2500 AEC. Lábios finos (não é negroide), nariz reto (não é semita), cabelo escuro (não é nórdico) e feições de caucasoide: um tipo racial "mediterrâneo". Poderia sugerir talvez um tipo asiático "túrquico".

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O que aconteceu com o Egito e porque ele caiu depois de milênios de esplendor? Como em todas as quedas de civilizações, a resposta está na biologia em geral e na genética em particular. 

Em 1269, os egípcios conquistaram a Núbia (Sul, habitantes negroides), construindo uma série de fortes para proteger as fronteiras e controlar insurreições. Em um dado momento, estava proibido qualquer núbio cruzar a fronteira e entrar no Egito. Com o tempo, e como é óbvio na arte egípcia, escravos negros foram importados. Como sempre, uma baixa natalidade entre a nobreza egípcia, uma alta natalidade entre os escravos negros e semitas, e a mestiçagem produzida pelo relaxamento da mentalidade guerreira, aristocrática e dominante, foi a maldição do Egito. Por fim, em 200 anos, o Egito saiu de uma grande civilização para desaparecer do mapa das nações civilizadas, a mercê de potências estrangeiras mais fortes. 

Até 1050, todos os faraós haviam sido predominantemente brancos ou europeus. Com o advento da XXV dinastia e dos "faraós negros", que tiveram um breve e decadente reinado de 75 anos, durante os quais construíram pequenas pirâmides de 20 metros de altura (a grande pirâmides de Quéops que procedente dos bons tempos dos autênticos faraós, mede 146 metros), o substrato genético e biológico originário que havia criado, a partir do zero, o espirito egípcio, foi afundado para sempre na seca areia do deserto.

Em 343 AEC, o último rei nativo foi deposto pelos persas. Daí em diante, a confusa e desenraizada massa "egípcia" passou a posse nas mãos persas, logo greco-macedônicas (aqui experimentaram um novo auge, expresso no surgimento do sangue helênico, a cidade de Alexandria e a época de Cleópatra, uma macedônica loira) depois romanas, árabes, turcas, inglesas e, por fim, da tutela americana de Mubarak, até que esse foi deposto pelas rebeliões de janeiro em 2011. Com a ameaça islâmica às portas, o futuro do país é mais incerto que nunca. 


NOTAS

[1] O historiador grego Plutarco havia se referido ao "povo de Seth", regente do Egito durante a I dinastia (3100 AEC), como formado por homens ruivos, igual aos líbios. Por outro lado, vem à mente recordar a associação que a Igreja fez, em tempos medievais, entre Satã (Set, Saturno) e a cor ruiva.

[2] Este "estudo-recompilação" é muito superficial. O assunto ainda pode render mais.